terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Sem Palavras


O despertar pacífico de um belo deitar,
acontece claro, mas sem seu nascer...
Uma vez que não se vê o belo mar,
aguardo o amargo que pode ocorrer...

O chão que passa já não é mais árido,
as plantas renovam seu habitual verde...
Das mesmas rotas seguras que passo,
moldam a cena das raízes que tremem...

Abster-se de tudo é necessário,
distinguindo as realidades corriqueiras,
dos mesmos anos ordinários,
dos mesmos modos, mesmas maneiras...

A solicitude das soltas notas,
que ecoam esperando respostas...

As singelas propostas ocorrem,
de mãos dadas, como obrigadas...

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