terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sopra...Sopra...



Colhe, pega do chão,
alimenta algo bom...
Mexe com os dedos,
iniciando seu frisson...

A ânsia de retratar,
se confunde com a índole...
Quem conhece, previne,
quem ainda não, permite...

Queria que fosse outra,
algo que fosse botão...
Que com esmero fosse,
colhida do fértil chão...

Mas por opção, não...
Apela ao dente-de-leão...
Reprodução de um mal-me-quer,
que insiste em despedaçar...
Sopra...Sopra...
Pra nunca mais voltar...

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