terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Levada...



Batendo no copo,
no ritmo em que o pulso controla o suíngue...
Gingado de um ser ludibriado por suas faculdades...
Imaginando o fim desse pensamento...
Mesmo que por um momento, isso, não seja verdade...
Ou quem sabe seja...álcool...e cerveja...
Mas o que seguro e balanço, resguardo...
Não há nada mais puro em mim...
Que meu copo molhado...
Oriundo quem sabe de um corpo suado...
Devaneios apenas de um corpo cansado...

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