segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Tal


Eu quero a porta aberta,
desvendar tais descobertas...
Aquelas tuas ofertas,
espero escolher a certa...

Por isso digo e repito:
não há tal infinito!
Só mais um grito,
de alguém belo e aflito...

Tal procura é só tua,
como se fosse uma pintura,
aproveito a aventura de,
encarar tua cintura...

Moldar tal loucura,
com dedos sigo a nua,
linhas e misturas,
da curva moldura...

Sinto muito pelos tais,
regido por um intelecto capataz...
Aqueles ditos que uma vez fui capaz,
hoje talvez fiquem para trás...

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