domingo, 10 de julho de 2011

Sossego...


Tardezinha marota,
com a mente aberta...
Na onda do calor,
onde a terra berra...

Os dedos sonorizam,
a vontade do silêncio...
Ouvidos temporizam,
a sinapse do momento...

Da grama verde e seca,
o aroma vil que atinge...
Enigma que desvenda,
segredos de alguma esfinge...

O cetro que ao vento existe,
à terra que desce rarefeito...
No vai e vem dessa alegoria,
a mente em equilíbrio perfeito...

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