quinta-feira, 5 de maio de 2011

Sombras Irreconhecíveis...


Borboleta ou fada que se esconde...
No obscuro, nunca no horizonte...
Só demonstra que está afim...
Quando acerta o S do Sim...

Sua petulância é corriqueira...
Nunca toma a dianteira...
A regra do jogo não tenho lido...
Seu ímpeto é sempre desmedido...

Artimanhas tendenciosas...
Risadas capciosas...
Lauda já virada, recém lida...
Lampejos de algo com vida...

No jogo de pegar o próprio rabo...
Tenho perdido, nunca ganhado...
Pequenas batalhas ganhas, pudera!
Prefiro perder desse modo, à uma guerra...

Então viro e mexo na ilusão...
Efêmera alegria ao estourar o balão...
Fada ou borboleta, qualquer ser risonho...
Algo que busco, todo dia, toda noite no meu sonho...

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