sexta-feira, 29 de abril de 2011

Guarde Comigo


No ímpeto em conhecer seus semelhantes novamente...a confiança recíproca vem à tona...
Não há questionamentos...não existe súplica...o pedido vem oculto através de algumas poucas palavras...não há necessidade de um: "Queria que você estivesse aqui"...sem por quês...
Cada um faz-se de sombra para outro quando o sol dos outros castiga injustamente...
Os pequenos traços de desconfiança se bastam em seus meios...o fim, já premeditado por ambos, serve como base para outros novos começos...
Como em incursões pacíficas por outros mares...o material de nossas naus...nos mantêm unidos, frente a qualquer interpérie...
Ao passar de nossos ensejos realizados com nossa visão, de alguma forma, tem como serventia, um relicário de nossos futuros pensamentos imaturos, de nossas reflexões passadas...
A combinação de tais fatos, não pode ser descrita como: coincidência, destino, conexão...
O elo de tudo, é formado dos mesmos processos de repouso das mais refinadas bebidas sorvidas pelas estrelas...
...mesmo que repousado apenas por quatro estações...

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