sexta-feira, 1 de outubro de 2010

À Espera de ...


Quando escuto que os ventos bons trarão notícias de meu agrado...espero com ansiedade...juro...não sou uma pessoa muito paciente...
Diríamos que por alguma razão oriunda da sociedade ou de meu próprio caráter (uma vez ou outra, moldado pela mesma) prego a existência do imediatismo comigo mesmo e de quem geralmente está ao meu redor...
Essa vontade exacerbada que construo e lapido a cada dia , provavelmente, surge da inquietação que me corrói quando me defronto com os esperançosos de carteirinha...
Sim essa lentidão frente à algumas atitudes, chega a ser mais lenta que a cena da corrida na praia de Carruagens de Fogo com Vangelis ao fundo...
Algumas outras escusas dessa inércia pessoal de cada um, como ouvir, o que é meu está guardado e logo após, estacionar os glúteos já deformados, em um sofá, preocupando-se com algo fictício de algo televisivo tipicamente brasileiro...ah...me tira dos eixos...
Apesar de eu estar bradando algo muito observável em dias como esses, me coloco por questionar em outro ponto...
Essa tal forma deturpada de esperança geralmente está condicionada por nossos atos...porém, quando não possuímos a influência que pensamos que temos...ou quando esse arremate final foge de nossas competências...que forma de comportamento devemos ter...
Ou ainda devo me customizar dançando frenéticamente em busca de alguns pingos que caem do céu?

Um comentário:

  1. Sabes que partilho contigo essa inquietaçao e impaciencia.Por mais que use a frase "o que e meu esta guardado" sentar e esperar nao faz o meu tipo. Quanto as respostas temo que as imediatistas muitas vezes sejam "fogo de palha"...rs...
    Beijos

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