quinta-feira, 29 de julho de 2010

Nem Meu Nome Tem...


O que observo desde os primórdios, é como o ser vivo tem de ser competente nos exercícios exigidos e oferecidos em todos os momentos...
Muitos momentos de poder nos remetem o ócio, como diz um som que ouvi...melhor desse tempo que vivemos é sexo e ócio...e que continue desse jeito...
Porém começo discutindo nesses escritos se o próprio ser vivo é competente em fugir de certos tropeços que vive sempre...
O fuzuê de nossos idílios nos confunde todo tempo entre viver o melhor, e ,quem puder ser competente de novo, morrer somente de rir, de sono, de fome, de tédio...menos de ócio...um exercício bom como esse nem pode seguir nos meus juízos...em meu leito quente com que me conforto no curso de todos os números dos meses como um cômputo preciso 24h...um terço disso eu gozo estendendo meu corpo como um logro do meu corre corre comum...
Logo que este texto inicie seu rumo de término como sempre executo, me esmero em compreender de que tudo posso no que coloco como objetivo...conforme sempre corriqueiro porém nem menos fervoroso, como neste exemplo que me serve de fomento no intento de fugir no que sou competente por uns segundos, mesmo que sendo feito de modo repetitivo contudo difícil de cumprir...
Pois nem fluem conceitos que podem refletir ou que interpretem o desgosto que estou sentindo em suprir um grito que reside preso por dentro do pescoço...necessito ouvir um livre: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

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